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Violência Madereira na RESEX Renascer! |
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Terra de Direitos ou Terra sem Lei? No Pará a luta pelo meio ambiente e a sustentabilidade da Amazônia continua perigosa. Leiam a denúncia do Conselho Popular da Região Uruará: RELATÓRIO A Reserva Extrativista RENASCER decretada pelo Presidente Lula, em 05 de junho de 2009, é resultado de 10 anos de luta, dos moradores das regiões do Uruará, Tamutaí e Gujará, município de Prainha, Estado do Pará. Ao longo dos anos nossa região vem sido tomada por grandes empresas madeireira, que de forma ilegal vem causando grandes danos ao meio ambiente e a população tradicional que ali residem. Uma vez que este município sofre com a ausência do Estado, tendo como únicos defensores do meio ambiente e da vida, os próprios moradores que há muito vem sofrendo ameaças de perder suas terras e suas vidas. DOS FATOS O conflito entre moradores e madeireiros vem se acirrando desde o ano 2000. Após ser decretada a criação da Resex Renascer, os moradores eperavam que exploração madeireira fosse acabar, mas... Escreva comentário (0 comments) |
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Do Diretor do CNS Livaldo Sarmento - RESEX Tapajós-Arapiúns, dia 21 de outubro de 2009. Companheiros Desde o dia 12 passado 25 comunidades do rio Arapiuns e Maró estão acampadas na comunidade São Pedro em uma manifestação reivindicando a definição fundiária e a questão da exploração ilegal de madeira na Gleba Nova Olinda, no município de Santarém. Esta área é do Governo do Estado do Pará e só no mês de setembro mais de 50 balsas cheias de madeira já saíram. Hoje já faz 10 dias de acampamento e o pessoal impediram que balsas desçam com madeira, aliás, tem duas balsas com madeira lá em São Perdro que só irão desçer quando for a fiscalização, pois representantes da SEMA afirmaram que a madeira autorizada para arraste é só madeira cortada em 2006, entretanto as que estão na balsa é madeira nova. a polícia já foi 2 vezes tentar trazer as balsas, mas o povo não deixou. Hoje mesmo seguiu uma equipe da SEMA e IDEFLOR para negociar com o Movimento. Eu estou também participando e representado o CNS nessa luta. Vamos aguardar o desfecho.  Muita madeira é tirada da Amazônia Abraço a todos Livaldo SarmentoEscreva comentário (0 comments) |
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A Atitude das Autoridades Frente ao Povo da Floresta |
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Desde os inícios do tempo o povo trabalhador, o povo rural, e ainda mais o povo da floresta, vem sofrendo o desrespeito, a marginalização e o abandono pelos órgãos do governo. As unidades de conservação, PAEs, RESEX e outras modalidades continuam lutando contra invasões, grilagem e até ameaças pessoais contra suas lideranças sem que o governo tome alguma atitude. De 52 Reservas Extrativistas na Amazônia legal - a primeira sendo criada em 1989 - apenas três (3!) têm os seus planos de manejo aprovados. As outras seguem sem demarcação, sem sinalização, sem crédito nem plano. Pressionado, o governo costuma enfatizar sua boa vontade e inventa uma série de desculpas e justificativas para não fazer o que é o seu dever. Será que tem mesmo boa vontade? Escreva comentário (0 comments) |
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Agricultores São Torturados na RESEX Cajari no Amapá |
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Homens e mulheres foram algemados e amarrados com cordas nas pernas, braços e pescoçp, colocados em paus-de-araras. Policiais militares e civis do município de Vitória do Jari estão sendo acusados por agricultores da comunidade de São Tomé, Reserva Extrativista do Rio Cajari (Resex-CA), localizada entre Laranjal e Vitória do Jari, de constrangimento ilegal, tortura física e psicológica, prisão ilegal, invasão de domicílio sem mandado judicial, ameaça de morte e extorsão. As vítimas estiveram presentes na sessão especial da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Amapá, presidida pelo deputado Camilo Capiberibe (PSB), e realizada na tarde de terça-feira, 10. Na ocasião, relataram essas e outras barbaridades cometidas, segundo afirmaram, a mando do fazendeiro Feliciano Gomes da Rocha, o “Fi-lico Rocha”. As prisões e torturas dos trabalhadores aconteceram por volta das 22 horas do último 12 de janeiro, com homens e mulheres algemadas e amarradas com cordas nas pernas, braços e pescoço, colocadas em paus-de-araras e transportados de barco por mais de 15 horas até a delegacia de Vitória de Jari, onde foram submetidos a torturas físicas por várias horas.
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